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Resumo do trabalho

Empreendedorismo · Empreendedorismo Social

Título

EMPREENDEDORISMO SOCIAL FEMININO E ECOSSISTEMAS EMPREENDEDORES: UMA REVISÃO SOBRE DESAFIOS, INOVAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

Palavras-chave

ecossistema empreendedor empreendedorismo social empreendedorismo social feminino

Autores

  • DEBORA ARAUJO SEVERIANO
    UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE)
  • Ana Lucia Fontes de Souza Vasconcelos
    UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)
  • Octavio Ribeiro de Mendonça Neto
    UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE)

Resumo

Introdução

No Brasil, a pobreza é elemento central da vulnerabilidade social, relacionada à baixa renda, acesso precário a serviços e discriminações. Além da falta de recursos, experiências de violência e desvalorização enfraquecem vínculos sociais, sobretudo das mulheres. O empreendedorismo, especialmente feminino, e a educação empreendedora promovem empoderamento, inovação e contribuem para os ODS, em especial o ODS 5 de igualdade de gênero.

Problema de Pesquisa e Objetivo

A questão central que norteia este estudo é: Como os ecossistemas empreendedores podem ser estruturados para apoiar o empreendedorismo social e sustentável entre mulheres em situação de vulnerabilidade, contribuindo para o desenvolvimento regional inclusivo? o presente estudo busca oferecer uma contribuição teórica passíveis de implementação prática para o fortalecimento do empreendedorismo feminino, promovendo o desenvolvimento econômico local, a geração de renda e a autonomia das mulheres envolvidas (Sebrae, 2021).

Fundamentação Teórica

A teoria do capital humano aborda a educação e o treinamento para aumento da produtividade essenciais para o empreendedorismo sustentável (Mincer,1958). O capital produtivo (Ricardo, 1996) impulsiona a criação de empregos. O capital social destaca a importância das redes relacionais para acessar recursos e oportunidades. A Teoria Orgânica de Gramsci ressalta o papel do intelectual orgânico e empoderamento da comunidade. Complementarmente, a Teoria da Autodeterminação de Ryan & Deci (2000) enfatiza a motivação intrínseca e as necessidades psicológicas para o bem-estar e a transformação social.

Discussão

Ecossistemas empreendedores são essenciais para inclusão, inovação social e sustentabilidade, sobretudo em regiões de vulnerabilidade. A colaboração entre universidades, governos, ONGs e setor privado amplia o acesso a recursos e a rede de apoio. Estratégias que promovam equidade e representatividade são fundamentais diante dos desafios enfrentados por mulheres e minorias. Avaliar impactos, integrar sustentabilidade ambiental e fortalecer a autonomia são caminhos para desenvolver ecossistemas eficazes.

Conclusão

Ecossistemas empreendedores, quando colaborativos, catalisam mudanças sociais, promovendo inovação e desenvolvimento equitativo. A inclusão de grupos vulneráveis enfrenta desafios como acesso a recursos, exigindo cooperação intersetorial e políticas públicas. Abordagens transdisciplinares, considerando especificidades locais, maximizam impactos. A avaliação contínua de impactos aprimora políticas e garante transparência. Esses ecossistemas são estratégicos para promover desenvolvimento inclusivo e sustentável, baseado em inovação social.

Contribuição / Impacto

Este estudo contribui para o entendimento de como os ecossistemas empreendedores podem ser estruturados para apoiar o empreendedorismo social e sustentável entre mulheres em situação de vulnerabilidade, contribuindo para o desenvolvimento regional inclusivo.

Referências Bibliográficas

Becker, G. (1993). Human capital.
Bourdieu, P. (2011). A distinção.
Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2008). Self-determination theory.
Gramsci, A. (1982). Os intelectuais.
Lin, N. (2001). Social capital.
Marx, K. (2016). O capital.
Mincer, J. (1958). Human Capital.
Nahapiet, J., & Ghoshal, S. (1998). Social Capital.
Ricardo, D. (1996). Economia política.
Schultz, T. W. (1961). Human Capital.

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