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Anais

Resumo do trabalho

Gestão Socioambiental · Estratégia e Sustentabilidade Corporativa

Título

ECONOMIA CIRCULAR, COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR E TEORIA DA HIERARQUIA DOS EFEITOS: UM ARCABOUÇO TEÓRICO INTEGRADO

Palavras-chave

Economia circular Teoria da Hierarquia dos Efeitos Comportamento do consumidor
Agradecimento: Agradeço à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelo incentivo à pesquisa acadêmica e ao desenvolvimento científico. Reconheço também o apoio institucional da ESPM, que viabilizou recursos e infraestrutura essenciais para a realização deste estudo.

Autores

  • ROSANA SIFUENTES MACHADO
    Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)

Resumo

Introdução

Este artigo tem como objetivo propor um arcabouço teórico integrativo entre os princípios da Economia Circular (EC), os aspectos do Comportamento do Consumidor e os estágios da Teoria da Hierarquia dos Efeitos (THE), a fim de compreender como estratégias comunicacionais podem estimular padrões de consumo mais sustentáveis e circulares. A relevância da proposta se justifica pela crescente urgência em promover transições sistêmicas e pela necessidade de entender como a comunicação persuasiva pode influenciar práticas relacionadas aos pilares fundamentais da Economia Circular, especialmente reduz

Problema de Pesquisa e Objetivo

Como os consumidores internalizam e operacionalizam os princípios da circularidade ao longo dos estágios de decisão, considerando fatores cognitivos, culturais e informacionais? O objetivo geral consiste em mapear os determinantes comportamentais que influenciam práticas circulares, com os objetivos específicos de: (i) identificar modelos teóricos que conectam comportamento do consumidor e EC; (ii) examinar a aplicação da Teoria da Hierarquia dos Efeitos (THE) na comunicação sustentável; (iii) propor um framework integrativo para ações mercadológicas e políticas públicas.

Fundamentação Teórica

A fundamentação teórica deste estudo está ancorada na articulação entre a Economia Circular (EC), o comportamento do consumidor e os modelos de comunicação persuasiva, buscando compreender a lacuna existente entre intenção e ação em práticas sustentáveis. A Hierarchy of Effects Theory (THE), originalmente voltada à publicidade, é adaptada para contextos sustentáveis, permitindo estruturar estratégias conforme os estágios decisórios dos consumidores.

Discussão

Discussões A lacuna entre intenção e ação no consumo sustentável revela o papel crucial da comunicação persuasiva. A adaptação da THE à EC, aliada à TCP e à Teoria dos Valores, mostra que identidade, percepção de benefício e barreiras cognitivas são decisivos. A revisão manual ampliou a representatividade teórica, evidenciando a dispersão e especificidade da temática em mercados periféricos.

Conclusão

Conclusões O estudo propõe um arcabouço teórico que alia comunicação eficaz e comportamento pró-circular. Estratégias que considerem fatores subjetivos e culturais são essenciais para ampliar o engajamento. A EC deve ser vista além do aspecto técnico, como vetor de regeneração ecológica e responsabilidade social, incentivando escolhas conscientes e sustentáveis.

Contribuição / Impacto

Contribuições e Impactos Este estudo oferece um framework teórico integrativo que conecta EC, comportamento do consumidor e comunicação persuasiva, contribuindo para estratégias mais eficazes de engajamento sustentável. Impacta pesquisas futuras ao incorporar variáveis subjetivas e contextuais, influenciando políticas públicas, ações empresariais e práticas educativas voltadas à regeneração ecológica e responsabilidade social.

Referências Bibliográficas

Referências Resumidas Young et al. (2010), Joshi & Rahman (2015) discutem lacunas entre intenção e ação. Dangelico & Vocalelli (2017) exploram identidade e benefícios. THE (Lavidge & Steiner, 1961; Belch & Belch, 2015), TCP (Ajzen, 1991) e Teoria dos Valores (Schwartz, 1992) embasam a análise. Revisão manual segue Tranfield et al. (2003). Peattie & Crane (2005), Leonidou et al. (2010), Kotler & Lee (2021), Kahneman (2012) e White et al. (2019) aprofundam comunicação. 9Rs: Kirchherr et al. (2017). Polyportis et al. (2022) destacam limitações atuais.

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